Bom, talvez comece apresentando-me.
Sou programador desde 1993. Formei-me em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, depois fiz pós-graduação em Inteligência Artificial e Machine Learning, e, como se a vida quisesse me desafiar, decidi iniciar uma segunda graduação em Jornalismo já perto dos 50 anos. Sim, porque aparentemente ainda tenho tempo para isso, e também porque gosto de provar que não existe limite para a curiosidade — ou para a teimosia.
Sempre acompanhei o universo cripto desde seus primeiros dias, quando o Bitcoin era apenas uma curiosidade para nerds de fóruns obscuros. Vi moedas nascerem, subirem e despencarem, acompanhei gráficos que mais pareciam montanhas-russas emocionais, e percebi que esse mundo é tão fascinante quanto estressante. Foi daí que nasceu a ideia do Criptossauro: um espaço para relaxar, rir e não levar os gráficos tão a sério, mesmo sabendo que, no fundo, todos nós sonhamos em ver nossas altcoins e memecoins dispararem para a lua.
Criei este site para levar um pouco de humor e sarcasmo a quem, como eu, passa noites acordado analisando candles, fazendo backtests e sonhando com a liberdade de largar o Visual Studio Code e passar a vida olhando gráficos numa praia do sul da França. Aqui, cada meme, cada comentário irônico, cada reflexão é uma pequena fuga do stress diário do mercado cripto. E se, por acaso, minhas memecoins chegarem à lua, prometo que vou brindar com estilo, mas até lá, seguimos rindo, programando e acompanhando as oscilações do mercado — com uma pitada de ironia, claro.
Caso goste do conteúdo que me proponho a trazer para aqui, e possa apoiar de alguma forma, qualquer satoshi perdido na carteira já ajuda no próximo café da madrugada: APOIE
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